Um blog com dicas e experiências sobre viagens pela Europa. Aqui contamos a nossa historia :-)

O que não devemos fazer em viagens. Mas fazemos

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Germes e bactérias há em todo o lado e não há viagem ou destino, por mais paradisíaco que seja, livre destes pequenos inimigos que não precisamos de ver para saber que lá estão.
Por isso, há cuidados que são universais, práticas que fazem parte da rotina diária e que nem em viagem deixamos de fazer. Lavar as mãos antes de comer, por exemplo, ou redobrar os cuidados ao usar um WC público. Mas depois há outras coisas que fazemos sem prestar grande atenção, mas que se pensássemos duas vezes com certeza deixaríamos de fazer. E a nossa saúde agradece a atenção.

Não se esqueça das meias
Já sabemos que temos que tirar os sapatos na altura de passar pelo controle de segurança de aeroportos por todo o mundo. E se muitos são os que pensam nisso antes da partida, outros há que apenas se lembram na hora de descalçar. E isto porque não têm meias. Basta pensar na quantidade de pessoas, também elas esquecidas, que por ali passaram descalças – e calçadas -, para perceber que ainda que possa ser limpo regularmente, aquele não é o chão ideal para se pisar de pé descalço. Fungos, bactérias ou parasitas podem ser responsáveis por vários problemas, confirma a ciência. Por isso, não se esqueça das meias.

Desinfetante à mão
Ainda no controle de segurança, é inevitável (e obrigatório) colocar nos cestos de plástico os casacos, os líquidos, os dispositivos eletrônicos, os sapatos… E provavelmente não paramos muito tempo a pensar no assunto, mas estes são também depositários de bactérias. E até há um estudo que o confirma. Publicado no site Today, a análise feita a vários destes cestos revelou a presença de bactérias perigosas – um deles tinha mesmo evidência de matéria fecal em níveis capazes de fazer adoecer. O melhor aqui é recorrer às toalhitas de limpeza que ajudam a livrar dos germes indesejados.

Beber, só de garrafas
É tentador, sobretudo nos momentos de maior calor. E sai mais barato encher a garrafa numa fonte pública do que comprar uma nova. No entanto, há riscos escondidos na água destas fontes, presentes nas cidades um pouco por todo o mundo. São vários os estudos que desaconselham o seu consumo. E os resultados não mudam muito: estas águas, por norma, não possuem qualidade para consumo humano.

Os perigos do controle remoto
Já pensou na quantidade de pessoas que, antes de você, usaram o comando das televisões nos quartos de hotel? E já pensou também no estado em que poderiam estar as suas mãos ao fazê-lo? Talvez sim, mas talvez não. E caso a resposta seja negativa, é seguro afirmar que são muitas, muitas mesmo as mãos que tocaram naqueles pequenos botões, raramente (ou nunca) desinfetados. De acordo com um estudo da universidade texana de Houston, os controles são dos objetos mais sujos que se podem encontrar nos quartos de hotel. Por isso, na hora de mudar de canal pense no assunto. E já agora, aproveite para colocar qualquer coisa entre os seus dedos e os botões.

Chinelos sempre
É claro que quando usa o chuveiro de um ginásio ou de um qualquer balneário partilhado por muitos outros o faz com chinelos calçados. É certo e sabido que não o fazer pode ser meio caminho andado para apanhar o bem conhecido pé de atleta. Provavelmente o que não sabia é que o responsável por este problema pode esconder-se também no chão de um quarto de hotel. Por isso, não se esqueça de andar sempre calçado. Descalço, só mesmo em casa. 😉

Fonte: Volta ao Mundo

Foto: Shutterstock

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